sábado, 29 de janeiro de 2011

E o nome do cachorro é....

Mil desculpas a todos. Pedi sugestões para escolha do nome do cachorrinho, novo tripulante/mascote do Guruçá Cat e esqueci de dizer o nome escolhido:  Faísca. Um pequeno pestinha, que está exercendo bem a sua função de "alarme". Já perdi a conta de quantas vezes ele caiu dentro d' água. Quando passa algum jet ski, ou lancha, ele se empolga nos latidos, bem na beiradinha do casco e tibum!!! Mas o mais engraçado, é quando o levamos a praia (como ele ainda não tomou a terceira vacina não pode ir em terra, e ainda não conseguimos uma coleirinha bem pequena que coubesse nele). Quando chegamos pertinho da praia, mas ainda não dá pé, a água é bem clarinha e dá para ver o fundo, então ele pula, achando que já é a areia, e toma o maior caldo. Toda vez é assim, quando eu vejo ele já pulou.

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O Faíca já não cabe mais na palma da minha mão...

Obrigada a todos que colaboraram.

Bjs,

Guta

domingo, 23 de janeiro de 2011

Novas categorias

A foto abaixo estréia em duas novas categorias FOTO DA SEMANA e MODA.

Claro que muita gente vai chiar um pouquinho, mas estamos viajando, e eu vejo muita coisa legal relacionado a moda, decoração etc.... Penso que ficaria legal mostrar um pouco disso (minhas amigas irão adorar). Já tenho muita foto guardada, e a partir de hoje começarei a expô-las.

Não sei se esse cabelo é normal aqui em Salvador, eu nunca havia visto. O garoto, estava todo sério, mas quando eu pedi para tirar uma foto dele, ele me respondeu com esse sorrisão:

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Eu apelidei de penteado "Porquinho espinho", não é um barato?

Beijão pra todo mundo!!!!

Guta

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Barcos encalhados- Propositalmente...

Há umas três semanas, encalhamos o Guruçá Cat em um banco de areia na ilha de Itaparica. Consertamos a pancada na proa do barco onde batemos na baleia, acabamos com um vasamento de água que tínhamos pela placa de aterramento e limpamos os cascos.

Não canso de repetir, temos um patilhão, que é excelente na hora de encalharmos porque temos acesso por todo o casco.

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Um exemplo de catamarã sem patilhão: Não se têm acesso na parte debaixo do casco, no caso deles que estavam pintando os cascos com tinta anti-crustante, só pintaram as laterais.

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Outro exemplo de catamarã sem patilhão. Neste caso, eles fizeram um reparo no bico de proa dos cascos.    DSCF4839 DSCF4841

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Monocasco encalhado (nunca havia visto). Esse tipo de monocasco têm a quilha retrátil e geralmente são de alumínio (os franceses adoram barcos de alumínio).  Eles também não têm acesso a parte de baixo do casco, mas se tratando de um monocasco já é um grande avanço...

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Nos perguntaram se os patilhões não causaríam arrasto e se devido a isso não perderíamos velocidade. Sim, o patilhão causa um arrasto, insignificante comparado ao seu benefício. Como somos cruzeiristas, não nos importamos em perder 1 nó de velocidade em troca de encalharmos em qualquer tipo de fundo, sem que haja danos aos cascos, principalmente aos lemes.

Tenham todos uma ótima semana!

Bjs,

Guta

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Nomes engraçados

Já se imaginou morando em um bairro chamado Alto do Cabrito? E em Pau Miúdo?

De onde surgiu a idéia ou por qual motivo um sujeito coloca o nome de um lugar de Pau Miúdo, ninguém soube me dizer, muito menos o que realmente significa...

Alguns nomes diferentes...

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Alguns nomes de carnes aqui na Bahia são diferentes dos nomes que usamos no Rio e em Vitória. Foi uma dificuldade para eu aprender o nome de cada parte do boi, e para que servia cada uma delas (assar, bife, ensopado...), e agora tenho que reaprender...

CRUZ MACHADO é como chamamos a paleta, eles também usam o nome CHUPA MOLHO, que é a nossa costela de boi. O contra-filé, aqui se chama, FILÉ ESPECIAL.

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O significado desse nome ainda não descobri, é um mistério da cidade de Cachoeira, onde estamos agora. Cada um diz uma coisa, mas niguém sabe. Se eu descobrir postarei aqui.

Um ótimo final de semana a todos!

Bjs,

Guta

 

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Onde estamos

Navegamos pelo rio Paraguaçú até a cidade histórica de Cachoeira.

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Estamos encantados com a cidade, que é linda, limpíssima e com moradores muito simpáticos!

Cachoeira é uma das cidades baianas que mais preservou a sua identidade cultural e histórica com o passar dos anos, o que a faz um dos principais roteiros turísticos históricos do estado. Além disto, a imponência do seu casario barroco, das suas igrejas e museus, levou a cidade a alcançar o status de "Cidade Monumento Nacional" e "Cidade Heróica" (pela participação decisiva nas lutas pela independência do Brasil) a partir do decreto 68.045, de 13 de Janeiro de 1971, assinado pelo presidente Emílio Garrastazu Médici. O apogeu da cidade foi durante os séculos 18 e 19, quando seu porto era utilizado para escoamento de grande parte da produção agrícola do Recôncavo Baiano, principalmente açúcar e fumo, produtos até hoje contemplados no município, em virtude do clima e solo propícios da região.

Cachoeira é considerada Monumento Nacional pelo Instituto do Patrimônio Histórico Artístico e Nacional (IPHAN). Cachoeira também é a 2ª capital da Bahia, por lei (Lei Estadual n.º 10.695/07). Todos os anos, no dia 25 de junho, o governo estadual é transferido para a cidade, num reconhecimento histórico, pelos feitos da cidade ao Brasil. (Pesquisa Google)

Aqui teria tudo para ser uma Paraty da Bahia, com muitos veleiros fundeados, se não houvesse o problema do rio assoreado. Só chegam aqui, catamarãns, ou monocascos com quilha retrátil. Monocascos com quilha fixa, só na maré de lua junto com um bom prático e contando com a sorte.

Ontem Fausto conheceu e conversou bastante com o secretário de turismo de Cachoeira (cidade pequena é assim), e o secretário disse que existe um projeto de dragagem da entrada do rio até aqui. Quando isso acontecer, certamente muitos veleiros virão para cá.

DSCF4719 Uma cidadezinha chamada São Francisco do Paraguaçú.

DSCF4727   DSCF4728 Balizas na entrada do canal, mas já não são confiáveis porque os bancos de areia mudam constantemente. Nós passamos por fora, eram estreitas para o nosso barco. Ficávamos na brincadeira, passa ou não passa?

DSCF4734Veleiro francês de alumínio com quilha retrátil e a cidade de Cachoeira. 

DSCF4743Centro da cidade de Cachoeira.

DSCF4749  Antigo convento do ano de 1773 e uma das igrejas enormes que têm aqui.

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DSCF4797Cidade vista de cima. Foto que Fausto tirou em uma das caminhadas dele.

DSCF4800  No fundo uma represa 

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DSCF4781Estádio de futebol.

DSCF4791Fausto retirando plantas que ficaram presas junto ao casco. 

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Olha o tamanho do "bloco" que estavam presas no casco...

Aqui têm um comércio muito bom e tudo pertinho: feira de roupas (toda cidadezinha no interior da Bahia têm a sua em um dia da semana), feira de frutas, dois supermercados e vários mercadinhos, padarias, restaurantes etc... Eu fico procurando o que têm de melhor e mais barato na cidade, enquanto Fausto sai para caminhar...

Por exemplo, descobri uma Land House, com ar condicionado e conecção rápida por R$ 1,00/hora. Na verdade eu fui tirar uma xerox nesse lugar, e encontrei o francês do barco de alumínio, falando ao Skipe. Onde têm um francês têm um ótimo serviço e  preço mais barato...

Em Maragojipe, uma cidade pertinho daqui, a carne é comprada da seguinte forma: Com osso e sem osso, de qualquer tipo. Com osso custa R$ 5,99/kilo e sem osso R$ 12,99/kilo. Ou seja, estamos nos esbaldando no filet mignon, alcatra, picanha, por R$ 12,99/kilo. Muito bom!   Meio desconfiada perguntei ao açogueiro do supermercado se a carne era de boa procedência. Ele me disse: Não se preocupe não moça, essa carne vem de caminhão refrigerado e com etiquetinha...

Encontrei uma padaria com pão francês e pão de milho (que Fausto está apaixonado), deliciosos. Quando eu estava pedindo os pães, a moça colocou na vitrine um pão cheio de coco por fora e que era super recheado por dentro, chegava ser pesado. Uma delícia, que deve ter umas 1000 calorias, só para de vez enquando.

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Eu já engordei 4 kg desde que chegamos na Bahia. É um tal de carne de sol para cá, carne de fumeiro (carne de porço defumada) pra lá, farofa na manteiga, sorvetes com frutas típicas (caja, mangaba, graviola, cupuaçú ...), uma tentação gastronômica! Fausto adora experimentar os pratos típicos e comer pimenta, de vez enquando ele têm uma dorzinha de barriga, mas não deixa de experimentar. O último prato foi a  Maniçoba  feito de várias carnes e com a folha da mandicoca. Ele adorou!

Retornamos a Itaparica para o reveillon, com minha irmã e cunhado que estão passando uns dias da lua de mel deles conosco.

Estamos aproveitando esses dias de folga porque semana que vem voltaremos a trabalhar fazendo charter.

Feliz ano novo para todos!

Bjs

Guta