Aqui na Bahia têm muito catamarã. Seguem algumas fotos...
O mais fofo de todos: Betty Boop.
Saindo dos dos catamarãns, até submarino apareceu por aqui... É a segunda vez que vejo um submarino!
Uma ótima semana a todos!
Bjs,
Guta
Aqui na Bahia têm muito catamarã. Seguem algumas fotos...
O mais fofo de todos: Betty Boop.
Saindo dos dos catamarãns, até submarino apareceu por aqui... É a segunda vez que vejo um submarino!
Uma ótima semana a todos!
Bjs,
Guta
O nosso cachorrinho Sansão que viveu conosco durante toda construção do barco e nos alertou em duas tentativos de furto, desembarcou.
Nós o haviamos deixado com minha mãe e irmã em Vitória porque em Recife participaríamos da REFENO e teríamos muita gente a bordo, o Sansão por mais educado que fosse poderia estranhar a "casa cheia". Ele também estava com problemas de adaptação ao barco. Durante a construção ele tinha um terreno de 3000m2 para passear (isso quando não fugia, para praia e para casa da minha vizinha Vera). Ele estranhou muito o barco, mareou e não fazia xixi e cocô de jeito nenhum, ficava "preso" um tempão, só fazia xixi depois de dias e sempre no lugar errado... Com o passar do tempo, percebemos que ele estava ficando tristinho, já não brincava, desanimado mesmo, claro, sentindo falta de terra.
Foi uma decisão difícil, mas oferecemos o Sansão para minha irmâ que aceitou pulando de alegria e depois me disse que não queria me devolvê-lo. Ele mudou a rotina da casa da minha mãe, é um cachorro fofo, conquista todo mundo!
Bem, o Sansão saiu, e entrou um outro cachorrinho da raça Pincher, gostamos dessa raça porque estão "sempre alerta", não comem muito ( pouco cocô e durinho), e não precisamos tosar o pêlo. É uma raça meio infesadinha, mas nada que uma boa educação não resolva! Vamos criá-lo desde bebezinho no barco, só deverá pisar em terra com uns 5 ou 6 meses, ou somente depois de caber em alguma coleirinha...
Ele têm 35 dias, e deve ficar do tamanho do Sansão. Menor ficaria complicado para ele se movimentar pelo barco...
O pequeninho da foto de cima, ainda não têm nome, está difícil de escolher. Aceitamos sugestões!
Bjs,
Guta
Essa semana tomamos um susto com o barco. Estávamos na internet da POUSADA MUITO MAIS, quando recebi um telefonema do Daniel (um amigo que está construindo um catamarã aqui em Itaparica), ele me disse que ouviram uma explosão no barco com fumaça, mas que era para eu ficar calma porque não havia fogo... Bem, antes dele terminar de falar eu já estava correndo de volta ao barco com Fausto atrás de mim, meio que sem entender nada... Quando chegamos no barco, descobrimos que o extintor de incêndio de CO2 havia explodido, mas foi só barulho mesmo. Meio estranho um extintor explodir...
Recebemos a visita do nosso amigo Mário, um amigo que também está construindo um catamarã 50' sozinho em Recife. O barco dele está quase pronto. Ele e Fausto, claro não falavam de outra coisa a não ser de barcos, reforços, velas, motores, ...etc.
As vezes sinto falta de um papo "mulherzinha"...
Conhecemos o casal do veleiro GIPSY, o Valdo e a Cláudia. Ele havia trazido o barco sozinho dos EUA, e encontrou a esposa aqui. Foi legal conhecê-los. Eles passaram duas temporadas no Caribe, e nos deixaram babando de vontade de viajar! Pena que não deu tempo do papo mulherzinha com a Cláudia porque eles foram embora no dia seguinte.
No domingo aconteceu a 2° regata de saveiros Vital Santos Souza, onde a chegada foi na pracinha de Itaparica. Regata muito bonita, mas um pouco desorganizada. Não houve entrega de prêmios, e com isso os velejadores ficaram no anonimato, e nós da platéia ficamos sem conhecê-los. Mesmo que não tivesse prêmio algum, penso que, os primeiros colocados deveriam ser homenageados, visto que a maioria deles voltaram para casa porque tinham que trabalhar com esses saveiros no dia seguinte (no feriado).
O apoio da Marinha brasileira durante a regata
Sequência dos velejadores abaixando as velas. É rapidíssimo.
Boa semana a todos!
Bjs,
Guta
Estamos fundeados na ilha de Itaparica, umas duas horas no motor de Salvador. Ficamos fundeados (estacionados) pertinho da marina. Aqui é um lugar muito bom para reparos, com um banco de areia onde pode-se encalhar o barco e sem muito movimento de lanchas e escunas (durante a semana). Sempre tem alguém fazendo reparos, limpeza de fundo, ... etc.
Franceses fazendo manutenção e limpeza do barco depois de chegarem de viajem.
Fausto brincou outro dia que aqui está parecendo alguma ilha do Caribe, está cheio de estrangeiros. Em primeiro lugar os barcos franceses, onde fomos tinham sempre dois ou três barcos franceses, e quase todos de alumínio. Sempre meio "desconfiados", não são lá muito comunicativos.
Depois os barcos Alemães, Argentinos, Ingleses, Suíços, Japoneses. De todos os barcos fundeados, estamos somente em três barcos brasileiros!
Até barco japonês, que eu nunca tinha visto, tem por aqui.
Aqui uma fonte de água mineral bem pertinho da marina, onde todos os barcos buscam água como também os moradores. Tem padaria, com o pão francês muito bom, vários mercadinhos, sorveteria HOW NICE que é excelente e baratinha, restaurantes com o preço bom : Restaurante do NEGÃO, uma refeição para duas pessoas que dá para três comerem R$ 18, mas se você pedir meia refeição por R$ 9 dá para duas pessoas (dica de francês, que geralmente conhecem mais que nós brasileiros). No restaurante DESTAK uma porção de carne de sol com salada e farofa R$ 10 para duas pessoas.
Utilizamos a internet da POUSADA MUITO MAIS, que faz jus ao nome, além da pousada (R$ 60 diária/casal), internet (R$ 1.50/hora), refeições, eles fazem chocolate caseiro, que é o maior sucesso entre os velejadores. Já está chegando ao ponto de termos que encomendar o chocolate. Os donos Daniel e Natali são muito simpáticos, e nos fazem sentir à vontade na pousada.
Constatei que os preços de alimentos nos supermercados de Itaparica assim como os de Salvador estão maiores que os preços de Angra dos Reis. A maioria dos alimentos do supermercado BOMPREÇO aqui da ilha são mais caros do que o supermercado ZONA SUL, o supermercado mais caro de Angra. Carne então nem se fala, o preço do kilo da carne aqui está caro, em média R$ 2 a mais. Em compensação os preços das refeições em restaurantes estão bem mais baratos do que em Angra , Ilha Grande e Paraty.
Em Salvador, no centro comercial, encontramos um restaurante self-service que não me lembro o nome agora, muito bom por R$ 9,99 kilo. Batíamos ponto no BOTECO CRAVINHO, onde nos deliciávamos com o escondidinho (carne de sol, farofa com feijão fradinho e salada) por R$ 14 para duas pessoas, camarão frito R$ 11, camarão encapotado (tipo um bolinho com camarão dentro) R$ 11, petisco que fiquei apaixonada, consegui o contato do fornecedor e comprei um cento de salgados congelados. O camarão encapotado é excelente! Se vierem a Salvador, não deixem de conhecer o boteco do CRAVINHO e de comerem o camarão encapotado!
Outra diferença de Itaparica para Angra dos Reis/Paraty é a violência. Na baía de Angra dos Reis (Ilha Grande) e Paraty, acontecem em sua maioria roubos de motores de popa. Geralmente na calada da noite, quando os velejadores estão dormindo. Aqui em Itaparica, acontecem assaltos com arma de fogo, invasão de barcos, com os bandidos sempre muito agressivos. Há uns dois anos um casal de franceses foram rendidos a bordo e agredidos a pauladas no rosto. Nesse mesmo ano depois de vários barcos assaltados de tudo quanto é maneira, tomaram providências somente após nosso amigo Abel ser assassinado a bordo .
Assim que chegamos aqui perguntamos aos moradores como estava a questão da violência contra velejadores, e soubemos de um Alemão que tinha tomado um tiro de raspão na orelha em uma tentativa de assalto em uma praia. Um outro casal de Alemães também em uma praia foram rendidos, mas a Alemã, deu um "direto" nos assaltantes que fugiram correndo...
Sábado passado, os Franceses organizaram uma seresta no BAR DOS AMIGOS, na avenida da praia, bem perto de onde os veleiros ficam ancorados. Lá pelas 10:00 da noite, um casal de franceses voltando para o barco, foi rendido por dois homens, e dizem, o francês reagiu e tomou três facadas no braço. Isso a 50 metros da marina e de um posto policial! Só soubemos do acontecido pelos moradores, e que pelo sangue na calçada se confirmou. Na marina, engraçado ninguém sabe de nada, ninguém viu ou ouviu falar de nada! Nos disseram que os agressores foram presos, mas no posto policial, também não sabem dizer nada.
Então para andar por aqui, somente em grupos até uma certa hora da noite. Nos barcos, cada um dá seu jeito, o veleiro JAMALUCE, tem uma cadelinha poodle, que faz um estardalhado quando alguém se aproxima. O veleiro POESIA, têm um Rotwailer a bordo! Nós um sistema de alarme. E seja o que Deus quiser!
Crianças brincando, e barco encalhado no bando de areia.
Fausto e a sobrinha Clara, pegando pitangas.
As pitangueiras e mangueiras estão por toda parte na ilha, carregadas!
Apesar de estarmos sempre alerta, gostamos daqui!
Até mais,
Guta
Chegamos a um mês e pouquinho aqui na Bahia, e estamos adorando!
Nas nossas férias, fomos de carro até Lençóis para fazermos o circuito da Chapada Diamantina, junto com três irmãos do Fausto, e dois cunhados. Nós já conhecíamos a Chapada, mas os irmãos de Fausto não. Uma das irmãs dele a Giselda, praticante de IOGA, adorou. Já um cunhado, o Afrânio, dizia que era programa de doido, andar no sol no meio de pedras, brincava que estávamos fazendo um curso de calango, e que sairíamos de lá com rabo...
Realmente estava muito quente, e já faziam 4 meses sem chover, então as cachoeiras estávam com muito pouca água... Mas foi divertido! E aquele lugar sempre será lindo de qualquer maneira!
Detalhe do coração formado na pedra...
Lindo, Lindo, Lindo!!!
Guta
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